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Displaying Category 'Debate'

25

jan
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate, Games, Video

Oficializando agora um espaço no blog para games, resolvi começar com a saga que mais gosto: Resident Evil (ou Bioharzard na versão japonesa). O primeiro jogo da série saiu em 1996, e desde então já foram 18 sequências e mais uma que está para chegar, o Resident Evil 6.

Click to continue »

25th jan 2012

11

jan
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate, Dica, Rapidinha

Para quem é do Rio, vai uma dica bacana para ficar antenado com o que acontece no mundo tecnológico.

Essa sexta, na UNIRIO, teremos uma presença internacional no Brasil. O Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Wikimedia Foudation, Kul Takanao Wadhwa vem para uma série de encontros com empreendedores locais e demais interessados que possam ajudar a estender o alcance e qualidade da enciclopédia colaborativa e dos demais projetos da Wikimedia Foundation.

Será dia 14 de janeiro, às 15h, no Auditório Vera Janacopulos, na Av. Pasteur, 296, Urca, e é aberto ao público em geral.



Mais detalhes acesse http://www.unirio.br/Conteudo/Noticias/Detalhes.aspx?idNoticia=2384


11th jan 2011

6

ago
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate, Video

Eles começaram gigantescos e foram diminuindo ao longo do tempo, mas você sabe o que levou o ser humano a criar um computador?

Assista ao vídeo abaixo e descubra um pouco dessa história



Que tal compartilhar aqui a história do computador em sua vida.

No meu caso, comecei em 1986 com um AppleII, um dos primeiros computadores da empresa, lançado em 1977.



E você, qual foi seu primeiro computador? O que te levou a ter um? :)

Aguardo os comentários, hein!

Abraço a todos e bom fim-de-semana.
Claudia Sardinha

Fonte: Blog Daniel Imamura

6th ago 2010

9

jul
Posted by Claudia Sardinha

Quarta-feira cheguei em casa a noite e lá estava um pacote pesado esperando por mim. No rementente dizia Central Globo de Comunicação.

Curiosa com o conteúdo, abri rapidamente e dentro achei uma carta e um livro – Cultura da Convergência, de Henry Jenkins.



Lendo a carta e a orelha do livro, entendi o motivo daquele presente.

Henry Jenkins é professor e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT. Nesse livro ele explora as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo dos negócios com as multiplicações de conteúdos.

Ele fala sobre a questão da convergência, não pelo lado tecnológico, mas como um processo cultural que estimula a participação dos usuários/consumidores nas decisões que antigamente ficavam restritas aos interesses dos veículos e marcas. No que ele chama de a Cultura do Fã, onde pessoas comuns interagem, modificam e remixam mídias/conteúdos que foram originalmente construídos por produtoras de conteúdo.

Não somos mais meros espectadores. Agora também produzimos conteúdo.

A carta que acompanhou o livro anuncia que esse é o novo posicionamento da Rede Globo, que conta com nova área de comunicação transmídia. Ou seja, o marketing contemporâneo não busca mais somente marcas que identifiquem seus produtos. Com os novos rumos da Tecnologia da Informação (TI), a publicidade tem que criar experiências de envolvimento, participação e interação para cativar os consumidores.

E nisso, a Rede Globo está de parabéns. Não foi a primeira e nem será a última vez que vejo a empresa se preocupar em integrar-se com blogueiros e pessoas que também produzem informação.

As mídias antes consideradas alternativas (blog, orkut, twitter, facebook, youtube etc) hoje já são vistas como geradores de conteúdo e, com isso, parte dessa cultura de convergência.

Compreendendo isso, volto ao livro e a seu autor. Para ele a convergência não é um processo tecnológico ligado a um equipamento, mas sim “uma transformação cultural, à medida que os consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos“.
Nesse contexto, uma “história transmidiática se desenrola por meio de múltiplos suportes midiáticos, com cada novo texto contribuindo de maneira distinta e valiosa para o todo”.

É o que podemos ver no filme “Matrix” e nos seriados Lost e Heroes. Os produtores criaram as histórias que foram para as telas. Depois virou quadrinhos, games, vídeos no youtube. Os fãs deram continuidade e criaram universos paralelos. Uma verdadeira máquina que movimenta-se “por si só”.

Para compreender melhor o que o senhor Jenkins explica no livro, assista a uma entrevista dada ao programa Milênio, da Globonews.


A cultura da convergência é um fenômeno que está revolucionando o modo de se encarar a produção de conteúdo em todo o mundo.

Trazer isso para os leitores do Tecnologia Outonal se tornou uma prioridade minha, pois acredito que, às vezes, basta um pouco de incentivo para ajudar naquele pontapé inicial.

E para quem gostou do assunto e quiser buscar mais informações, também recomendo o blog Ponto de Fuga, do Clayton Melo, jornalista da Gazeta Mercantil.

Aguardo a opinião de vocês quanto ao assunto e, caso tenha alguma produção sua rolando pela Internet, divulgue-a aqui. Esse espaço é colaborativo :)

Abraço a todos e bom fim-de-semana.
Claudia Sardinha

9th jul 2010

3

jun
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate, Dica

Em tempos de políticos utilizando-se da Internet para promover suas campanhas, o blog e as mídias sociais se tornaram espaços onde podemos todos, sem exceção, expor nossas opiniões.

Então, por que não fazer isso criando um blog?

Nesse espaço gratuito podemos falar desde nosso dia-a-dia mais íntimo, a nossos hobbys e trabalhos profissionais.

É algo que ajuda espairecer, desenvolve a escrita e a leitura (na busca de informação para embasar o que você escreve), divulga seus conhecimentos (seja num tema passatempo, seja no lado profissional) e cria relacionamentos.

Ou vocês acham que o Tecnologia Outonal já começou com esse número todo de acessos? Claro que não! É algo que se constroi com o tempo e regularidade nas postagens (nome que damos a cada texto publicado)

E sabe o mais interessante de tudo isso? É gratuito! :mrgreen:

Mas, por onde começar? Como criar um blog? Onde criar um blog? No blogger / blogspot? No wordpress? Uol, IG, Terra?

Existe uma infinidade de lugares para se começar, mas confesso que os 2 primeiros citados (blogger e wordpress) são os mais comuns.
wp
Logo Blogger

Abaixo segue uma lista de alguns sites que oferecem criação de blogs gratuitamente.

Em português:
WordPress – http://pt-br.wordpress.com/
Blogger – https://www.blogger.com/start
Blig – http://www.blig.ig.com.br
Pop Blog – http://www.pop.com.br/popblog
UOL Blog – http://www.blog.uol.com.br
Blog Terra – http://blog.terra.com.br
Blog-se – http://www.blog-se.com.br
Click 21 My Blog – http://www.myblog.com.br
Blog Sapo – http://www.blogs.sapo.pt – (Portugal)
NireBlog – http://www.nireblog.com/pt – (Portugal)
Windows Live Spaces – http://www.spaces.live.com/?mkt=pt-br (precisa ter conta no hotmail)

Em Inglês:
Blog Some – http://www.blogsome.com
Blog Spirit – http://www.blogspirit.com
WordPress – http://www.wordpress.com

Escolham o que achar mais fácil para começar e mãos a obra :)

Depois comentem aqui o endereço do blog de vocês.

E para melhorar cada vez mais esse espaço de esclarecimento de dúvidas que o blog se transformou, gostaria que vocês respondessem a pesquisa do post passado (clique aqui).

Além de concorrer a prêmios, vocês vão ajudar a todos que participam a transformar o blog num espaço mais colaborativo :)

Conto com vocês!

Abs,
Claudia Sardinha

3rd jun 2010

21

mai
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate, Video

Temos que pensar num consumo mais consciente das coisas.

Reduzir gastos com energia, por exemplo, não apenas ajudam a diminuir a conta de luz. Também ajudam a salvar as reservas naturais do planeta.

Hoje trago para vocês um vídeo muito interessante e importante também que recebi do @VideoHighTech. Fala sobre a história das coisas.

A partir deste vídeo, entendemos o porque do surgimento da expressão TI Verde.

Assista e reflita. Para mais informações sobre a campanha da Annie Leonard, acesse http://www.storyofstuff.com/



A TI Verde é um conjunto de práticas para tornar mais sustentável e menos prejudicial o nosso uso da computação. É o gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos, bem como economia de energia elétrica.

200804-ti-verde

Não é novidade alguma o fato de atualmente dependermos profundamente dos computadores para nossa vida, nosso trabalho e nosso lazer. Comprar de tudo via Internet não é luxo, mas hábito estabelecido de muita gente. Porém, tudo isso depende de diversos computadores operando no “meio do caminho”.

As práticas da TI verde buscam reduzir o desperdício e aumentar a eficiência de todos os processos e fenômenos relacionados à operação desses computadores “no meio do caminho”.

ti_verde

Os produtos eletrônicos possuem em sua estrutura metais e compostos químicos como mercúrio, chumbo e cádmio.

Esses compostos químicos podem causar dentre diversos males, anemia, câncer, problemas nos rins, pulmões e afetar o sistema nervoso e reprodutivo, podendo levar ao óbito.

No site http://www.green500.org/ é possível conferir a uma lista com os 500 computadores mais econômicos do mundo. E na página http://www.lixoeletronico.org/pagina/agentes encontramos uma lista de empresas que tabalham com coleta de lixo eletrônico.

Somos todos responsáveis pelas coisas que consumimos. O cuidado com o ambiente e, por consequência, com nossa saúde e economia começam em casa.

salve o planeta

Veja abaixo algumas dicas, referente a computadores, que foram extraídas da Revista PnP edição de maio.

Computadores mais rápidos consomem mais energia?
Não necessariamente, é preciso analisar o equipamento. Quanto mais antigo for um computador, mais ultrapassada será sua tecnologia e muito provavelmente gastará mais energia que um modelo novo.

Se analisarmos dois computadores de tecnologia recente, o mais rápido certamente vai gastar mais energia que o outro. Entretanto, se compararmos um computador topo de linha atual  com um computador que já foi topo de linha há alguns anos, ele certamente vai gastar menos energia.

Isto acontece, pois os computadores de hoje são desnhados com metas de reduzir o consumo de energia, além de outros fatores como mais capacidade de reciclagem, menores custos de manufatura e, claro, a performance.

Desligar ou não o computador?
Você já deve ter se perguntado se o ato de desligar o computador realmente contribui para aumentar a vida útil da máquina. Se pesquisou pela Internet ou perguntou para algum técnico deve ter encontrado diversas respostas contraditórias. Afinal, o que é melhor: desligar o PC ou deixá-lo ligado o tempo todo? Veja abaixo alguns motivos que podem responder à esta pergunta.

Por que desligar?

Existem alguns motivos para que você desligue seu computador de noite e só ligue novamente no dia seguinte:

- Salvo os HDs feitos especificamente para servidores, o mecanismo dos discos rígidos não foi desenvolvido para trabalhar continuamente.
- Os sistemas operacionais, principalmente o Windows, realizam procedimentos críticos durante os atos de ligar e desligar o computador, o que pode levá-lo à falhar.
- Computadores consomem energia, assim, desligar a máquina é uma maneira de economizar com a conta de luz.
- O superaquecimento de um PC pode fazer com que os componentes queimem ou ocorra um curto-circuito. Se o ambiente em que o computador se encontra for quente ou mal ventilado é provável que a máquina esquente acima do limite se ficar muito tempo ligada.

Por que deixar ligado?

Pode haver necessidade de deixar ligado, para lgum download, por exemplo.  Existem vários argumentos para que você deixe seu computador ligado o tempo todo:

- O ato de ligar e desligar os PCs pode causar o desgaste acelerado de alguns componentes, principalmente coolers e HDs.
- Muitos erros causados pelos sistemas operacionais podem ser evitados se o computador ficasse sempre ligado, pois muitas vezes é no ato de desligar a máquina que alguns arquivos são corrompidos, causando erros antes inexistentes.

Quem está certo? Bem, especialistas de grandes empresas como HP e Seagate dizem que não há grandes problemas em deixar o computador sempre ligado, desde que a pessoa não se importe com o consumo de energia. É fato que deixar o computador ligado diminui um pouco a vida útil do aparelho, mas é mais provável que você aposente seu PC por ele estar ultrapassado do que por estar “gasto” de ter ficado ligado por muito tempo, rs.

Deixar o monitor em stand by consome quase tanta energia quanto um monitor ligado?
Os monitores também não ficam para trás em matéria de consumo de energia. Os monitores convencionais (de tubo) são consumidores de energia consideráveis, gastando algo entre 50 a 150W. Os monitores LCD são bem mais econômicos, ficando entre 30 a 50W quando em plena operação. Só por isto já compensaria trocar um monitor convencional por um LCD, mas ainda há mais a ser levado em conta.

Aparelhos eletrônicos consomem energia mesmo não estando em uso, o simples fato de estarem conectados na tomada já significa que existe corrente elétrica passando pelo  equipamento. Por isso, o termo correto para designar o estado em que se encontram aparelhos aparentemente desligados é “stand by”, isto é, estão “em estado de espera”.

O stand by (fala-se “istândi-bái) é usado para denominar o estado em que o aparelho eletrônico está supostamente desligado, significando que não está exatamente ligado, mas sim pronto para voltar à ativa rapidamente quando a acionado. Os próprios computadores consomem energia mesmo quando aparentemente estão desligados, só pelo fato de estarem ligados à tomada.

Quando somente o monitor está em stand by, o computador continua funcionando normalmente porque as atividades não dependem da tela naquele momento (ex.: deixar o pc fazendo download). Tanto que, quando ficamos um tempo sem mexer no computador, o monitor automaticamente entra em modo de espera, de acordo com o que estiver especificado nas “Opções de energia” no Painel de Controle.

Deixar em stand by consome quase tanta energia quanto um monitor ligado? Não. Enquanto o monitor ligado consome o máximo de energia para o funcionamento, o modo stand by é uma maneira de economizar energia porque gasta apenas o necessário para evitar o desligamento total da tela.

Esse consumo mínimo usado não possui um número exato, mas varia em torno de 2 a 20 Watts. Se o valor não pareceu muito relevante para você, faça um cálculo aproximado do tempo em que seu computador fica ligado por dia e depois veja como há uma diferença significativa em médio prazo. Sendo assim, deixar os aparelhos sempre em stand by pode resultar em um consumo considerável de energia. Para empresas, que possuem vários aparelhos ligados por longos períodos, é uma maneira de redução de gastos.

Contudo, não se esqueça de usar o bom senso: ligar e desligar o monitor toda hora não é saudável para a vida útil do equipamento.

Fonte: Revista PnP, Wikipedia, HSM Inspiration Ideas

21st mai 2010

18

dez
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate

Toda vez que o ano chega ao fim, fazemos um balanço do que passou e uma reflexão de erros e acertos para não serem repetidos no ano seguinte.

Bom, isso é o ideal… rs. Mas com a correria do dia-a-dia, acabamos deixando passar as coisas importantes e, qdo vemos, o ano acabou e não nos preparamos nem refletimos.

Percebi que a marca que 2009 deixou foi a do excesso de informação. Os nossos dias, já corridos, ainda se misturavam com a enxurrada de notícias que recebíamos por e-mail, orkut, facebook… twitter, nem se fala! Virou vício! (alguém admite?)

Você já começou a sua fazendinha? Não? Como assim?! Todo mundo está lá! (ah…. quantas vezes ouvi esse discurso…)

Você não sabe da última do Lula? E sobre a Adriane Galisteu? Sabe quem casou? Quem separou? Quem morreu? Viu a nova estréia? E a tecnologia nova que foi lançada?

Nós vamos ocupando cada vez mais nosso tempo real com coisas virtuais. Acorda cedo, toma o café-da-manhã na frente do computador para ler as notícias atrasadas da noite anterior; sai correndo para o trabalho, pois já está atrasado(a); chega no trabalho já tem mil e-mails esperando na sua caixa de entrada e o twitter bombando no plugin que você instalou no navegador para acesso rápido sem o chefe perceber. Na hora do almoço para na frente de uma banca para ler as manchetes do dia. Volta ao trabalho e se intera das fofocas. Chega em casa e assiste ao jornal jantando, lê uma revista e, quando vê já passa da meia-noite. Hora de dormir porque o dia se repete na manhã seguinte.

Com essa quantidade de informações, é como se estivéssemos com o HD lotado. Você começa a ficar lento, algumas informações que estão guardadas profundamente no seu consciente já não saem mais, trazendo o esquecimento e falta de concatenação das idéias na hora de falar e escrever. Cada vez mais jovens são as pessoas com esses problemas, que antes atingiam somente aos idosos.

Estamos passando dos nossos limites e nem percebemos, pois não temos tempo para refletir sobre as informações que recebemos, imagina para refletir sobre nossa vida?

Por isso o momento agora requer pausa. Precisamos estar com a mente sempre em movimento, claro, mas tudo tem sua medida certa.

Para 2010 eu busco equilíbrio. Para isso, alguns filtros entre o que interessa e o que não interessa, se fazem necessários. Otimizar o tempo é primordial e encontrar o meio termo ideal entre o real e o virtual.

Feliz Natal e que seus desejos se realizem! :)

Abraços,
Claudia Sardinha

PS.: Mais tarde tem resultado do sorteio. Quem será que vai ganhar presentinho de Natal antecipado? Aguardem e confiram!

18th dez 2009

13

nov
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate, Eu fui!, Notícia

Essa semana recebi um convite do departamento de Mídias Sociais da Globo para uma visita ao PROJAC e bate-papo com atores e o autor de Malhação.

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Tudo aconteceu nessa quarta num encontro, das 11hs às 16hs, que mostrava aos blogueiros convidados as mudanças acontecidas na novela desde sua estruturação e tramas até o surgimento de um novo site que se somaria ao convencional existente até hoje.

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O que mais me impressionou neste encontro não foi o café-da-manhã, passeio pela cidade cenográfica, almoço ou conversa com os atores. Mas sim perceber o quanto as mídias sociais (blogs, twitters, orkut etc) estão chamando atenção e fazendo sua opinião valer. Tanto que a própria Rede Globo resolveu criar um departamento somente para tratar do assunto.

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E a coisa não pára por aí não! Essa campanha de divulgação se estendeu também para outras cidades brasileiras como Belo Horizonte, São Paulo, Salvador e Porto Alegre. Nessa divulgação temos oportunidade de ouvir o próprio autor da novela Ricardo Hofstetter falar de suas intenções para melhorar o programa e de fazer perguntas para ele e os atores convidados Fiuk, Carolinie (Dominga) e Cristiana Peres.

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É importante perceber a importância dada aos detalhes, ao tratamento. Uma posição antes somente ocupada por jornalistas.
Não há dúvida quando ao potencial dos blogueiros como canais de informação e comunicação. O blogueiro é um novo canal de mídia, mas também um consumidor que tem voz nesse vasto mundo da internet. Algumas empresa têm buscado entender essa relação e entrar nesse universo com estratégia e inteligência. Algumas, como a Globo, montam sua própria equipe especializada no assunto. Outras, como o Brechó Charisma, contratam profissionais da área para ajudar nesse relacionamento.

É um ambiente novo e de uma variedade enorme onde todas as empresas estão em pé de igualdade e vale a opinião desse consumidor antenado. Somente experimentando as melhores práticas em Mídias Sociais, é que as empresas vão encontrando seu caminho. Uma diferente da outra. Criando sua individualidade e personalizando sua comunicação com seu público-alvo.

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Parabéns para quem já percebeu as mudanças de mercado. Sucesso!

Abraços,

Claudia Sardinha


13th nov 2009

23

out
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate

Essa semana meu computador resolveu me dar uma dor de cabeça – queimou a minha fonte, que é, basicamente, uma das peças chaves para fazer o dito cujo ligar :P

Passado o susto, veio a questão: o que fazer com a peça estragada?

É importante dar um destino adequado aos equipamentos eletrônicos. Quando ainda estão funcionando eles podem ser doados ou vendidos. E, no caso de não funcionarem mais, também é possível devolvê-los a alguns fabricantes para que eles façam a reciclagem adequada?

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No Brasil, o produto mais fácil de ser devolvido é o telefone celular: além das fabricantes, muitas operadoras recolhem os aparelhos. Mas o que fazer com computadores e peças de informática num geral?

Meu primeiro pensamento foi contatar o CDI próximo de onde moro. O Comitê para a Democratização da Informática (CDI) recebe doação de equipamentos e de periféricos em funcionamento, para serem usados por mais alguns anos em escolas de inclusão digital. Mas quando questionados quanto ao recebimento de material defeituso para encaminhamento a algum posto de reciclagem, os mesmos informaram que não faziam e nem possuíam informação de onde o mesmo poderia ser descartado.
 

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Lixão em Buenos Aires (Argentina) mostra eletrônicos descartados. (Foto: Reuters)


Continuei minha busca pela internet, claro, até que encontrei algumas informações.
Descobri que a Dell, entre os três principais fabricantes de computador no país, é a única que apóia uma política de coleta de computadores usados.

Já a HP, sua concorrente, disponibiliza campanhas sazonais chamadas Trade-in (saiba mais), realizadas em grandes lojas de varejo. Com ela, equipamentos usados de qualquer marca ou modelo podem ser revertidos em descontos na compra de impressoras, multifuncionais e scanners da HP.

Ainda não havia encontrado o que procurava, até que achei uma matéria de um grande jornal do Rio informando uma lista de empresas, projetos e centros de coleta que poderiam ajudar consumidores a colaborar para o descarte devido de pilhas, baterias e eletroeletrônicos. Verifiquei um a um, mas nenhum trazia qualquer tipo de informação de “para onde devo mandar um equipamento que não funciona mais?”.

Infelizmente, essa é a realidade que enfrentamos quando queremos fazer a coisa certa.
Existe uma proposta de uma possível política do MMA (Ministério do Meio Ambiente) com o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), onde a questão do lixo eletrônico já foi discutida e será regulamentada pela lei em questão. Acessei o site do CONAMA e não encontrei menção ao fato. Entrei em contato e aguardo uma resposta, que será publicada no blog.

Ainda estou com a peça em minha casa, em busca de um local adequado que a receba. Se alguém tiver alguma informação, por favor, colabore com o meio ambiente e conosco aqui do blog – faça um comentário. É fácil! Ao final deste texto tem um campo para isso. Vamos colaborar com a mãe natureza, antes que ela nos expulse de sua casa.

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Veja porque não jogar esse tipo de material na lixeira comum:

Chumbo
– usado em TVs, celulares e computadores – Danos cerebrais, neurológicos e renais, doenças do sangue e comprometimento de fetos. Em altos níveis de exposição causa vômito, diarréia, convulsões, coma e morte.

Mercúrio – usado em lâmpadas, displays, telas LCD, chaves e circuitos impressos – Altos níveis de exposição contribuem para danos cerebrais, renais e problemas de desenvolvimento de fetos, podendo contaminar o leite materno e os peixes. A sua ingestão ou inalação causa danos ao sistema nervoso central e aos rins.

Cádmio – usado em baterias de celulares, resistores, detetores de infravermelho, semicondutores, tubos de TV antigos e alguns plásticos – Sua concentração no organismo é cumulativa e pode causar problemas de rins, danos na estrutura óssea, além de ser cancerígeno.

Arsênico – usado em celulares – Causa doenças de pele, prejudica o sistema nervoso central e pode causar câncer de pulmão.

Belírio – usado em placas-mãe de computadores e celulares – Causa câncer de pulmão.
Cromo hexavalente – usado na proteção de placas metálicas contra a corrosão – Causa bronquite asmática e deformações do DNA.

Plásticos e PVC – constituem, em média, 20% do material dos computadores, usados em circuitos impressos e componentes como conectores, gabinetes e cabos – São difíceis de serem separados na reciclagem e, quando queimados, produzem substâncias tóxicas que, se inaladas, causam problemas no aparelho respiratório.

Retardantes de chamas (BRTs: Brominated Flame Retardant) – Causam desordens hormonais, nervosas e reprodutivas.

Segue a lista dos locais que recebem equipamentos ainda em funcionamento.

Canon
Mantém um programa de reaproveitamento de impressoras e de reciclagem de resíduos sólidos. Coleta equipamentos pelas redes de assistência técnica. Site: http://www.canon.com.br

Comitê para a Democratização da Informática (CDI)
Organização não governamental que recebe doações de computadores e de periféricos usados, mas em condições de uso. Direciona os equipamentos para centros de inclusão digital. Acessórios como caixas de som, teclados e mouses somente são recebidos em bom estado. Site: http://comite.cdi.org.br

Comlurb
A companhia de coleta e limpeza municipal do Rio mantém cestas coletoras espalhadas pela cidade. Na área “Serviços” do site da companhia esta a lista de bairros em que é possível encontrá-las. Site: http://www.rio.rj.gov.br/comlurb/

Dell
O cliente do Brasil e México acessa o site da marca e descreve o equipamento que deverá ser coletado. Um representante autorizado da área de Logística Dell marcará um horário para apanhar o equipamento a ser reciclado. Site: http://www.Dell.com/recycling

Hewlett-Packard (HP)
Os clientes podem solicitar o descarte das baterias pela internet para receber, pelo correio, um envelope pré-pago para a remessa de baterias a serem recicladas, com instruções para seu destino correto e sem custos. Os clientes também podem entregar as baterias diretamente na rede de assistência técnica da HP, espalhada por todo o Brasil. Site: http://www.hp.com.br/baterias

Centro de Recondicionamento e Reciclagem de Computadores do Distrito Federal (CRC/DF)
Mantido do Distrito Federal pela Fundação Banco do Brasil (FBB), em parceria com a Associação de Apoio a Família, ao Grupo e a Comunidade (Afago), a Cobra Tecnologia e a Ong Programando o Futuro. Recebe equipamentos de informática e recondiciona para programas de inclusão digital. Site: http://www.fundacaobancodobrasil.org.br

Kodak
Mantém um programa de reciclagem de câmeras de uso único, os modelos de descartáveis. Na área de responsabilidade social do site da companhia estão informações sobre o sistema de coleta de equipamentos – “Segurança, Reciclagem e Descarte de Produto”. Site: http://www.kodak.com.br

Motorola
Usuários podem depositar aparelhos celulares, rádios bidirecionais, acessórios (carregadores, fios e fones de ouvido, entre outros) e baterias nas urnas localizadas nos Serviço Autorizado Motorola (SAMs). Em cidades em que não há rede autorizada, usuários podem acessar a internet para participar do MotoColeta (4002-1244 para capitais ou regiões metropolitanas ou 0800-773-1244 para as demais cidades. Site: http://www.motorola.com.br

Museu do Computador
O museu, em São Paulo, aceita doações de equipamentos de computador, bem como telégrafo, telefone, máquina de calcular, máquina de escrever, videogames, impressoras e peças como floopy drive, HDs, placas-mãe, teclados, monitores, mouses e fontes de energia, mesmo sem funcionar. Softwares antigos, disquetes, manuais, revistas de informática, livros e pôsteres vão para a Biblioteca do Museu. Informações (11) 5521-3655 ou http://www.museudocomputador.com.br

Nokia
O programa de reciclagens está há sete anos no Brasil. As caixas de produto trazem explicações sobre o descarte correto da bateria e orientação sobre a rede de coleta dos dispositivos. Entre 60% e 85% dos componentes de um telefone celular Nokia são recicláveis. Site: http://www.nokia.com.br

Sony Ericsson
Tem programa de coleta especial. O consumidor final entrega sua bateria e/ou aparelho completo nas assistências técnicas e/ou postos de coletas. Informações: 4001-0444 (Custo de chamada local) ou 0XX11 4001-0444

Valvolândia
Tradicional loja de São Paulo especializada em válvulas e baterias. Coleta pilhas e baterias usadas e encaminha-as aos fabricantes e importadores. No site há endereços de postos de coleta em São Paulo. Site: http://www.valvolandia.com.br.

23rd out 2009

25

set
Posted by Claudia Sardinha
Category: Debate

Bom, para começar essa análise devemos primeiro entender o seu significado.

Virtual é algo que não é físico, concreto. Apenas conceitual; aquilo que não é palpável.

Atualmente falam muito que o ser humano está vivendo, cada vez mais, uma vida virtual e que isso seria “culpa” da internet.

Com o avanço da tecnologia, o termo virtual ficou, realmente, muito associado à internet. E faz sentido, pois, por exemplo, escrevemos cartas (e-mails) sem usar caneta e mandamos por um “correio” que não pega trânsito, não precisa atravessar o atlântico de avião, nem correr de cachorro bravo.

vivemos num mundo virtual?

vivemos num mundo virtual?



Mas o mundo virtual é mais antigo que a tecnologia. Estamos “presos” no virtual pelo simples fato de sermos humanos. Ou o ato de sonhar é real para alguém?

Trabalhamos o imaginário diariamente. Seja na observação do cotidiano, nos planos para o futuro, na leitura de um livro, assistindo a uma novela ou série e, claro, acessando a internet.

Estamos a cada dia mais virtualizados, pois é isso que buscamos. Para superar o real, somente algumas doses de virtual. Com isso, alguns mais despreparados acabam caindo no vício do fictício, outros, até enlouquecem não conseguindo discernir entre ambos os mundos.

E assim seguimos… virtualizando…

Trouxe a tona essa questão, pois recebi um e-mail… daqueles, tipo corrente, mas que fazia esse contra-ponto. Usamos tanto esse termo como algo atual, que esquecemos seu significado real.

Esta crônica consta dos livros Razão e PreTextos, editora all print. Registrada na biblioteca nacional desde junho de 2003, algumas versões desta crônica circulam errôneamente na net como sendo de autoria desconhecida, mas pertence a Rosa Pena é escritora, autora de diversos textos e livros, e também professora, administradora de empresas e especialista em recursos audiovisuais e artes cênicas.

 

Entro apressada e com muita fome na confeitaria. Escolho uma mesa bem afastada do movimento, pois quero aproveitar a folga para comer e passar um e-mail urgente para meu editor.

Peço uma porção de fritas, um sanduíche de rosbife e um suco de laranja.
Abro o laptop.

Levo um susto com aquela voz baixinha atrás de mim.
— Tia, dá um trocado?
— Não tenho, menino.
— Só uma moedinha para comprar um pão.
— Está bem, compro um para você.


Minha caixa de entrada está lotada de e-mails. Fico distraída vendo as poesias, as formatações lindas. Ah! Essa música me leva a Londres.

— Tia, pede para colocar margarina e queijo também.

Percebo que o menino tinha ficado ali.— Ok, vou pedir, mas depois me deixa trabalhar. Estou ocupadíssima.

Chega minha refeição e junto com ela meu constrangimento.

Faço o pedido do guri, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto “ir à luta”. Meus resquícios de consciência me impedem de dizer sim.

Digo que está tudo bem, que o deixe ficar e traga o pedido do menino.

— Tia, você tem internet?
— Tenho sim, essencial ao mundo de hoje.
— O que é internet?
— É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar. Tem de tudo no mundo virtual.
— E o que é virtual?


Resolvo dar uma explicação simplificada, na certeza de que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha deliciosa refeição, sem culpas.

— Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer, criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que ele fosse.

— Legal isso. Adoro!
— Menino, você entendeu o que é virtual?
— Sim, também vivo neste mundo virtual.
— Nossa! Você tem computador?
— Não, mas meu mundo também é desse jeito…virtual.


Minha mãe trabalha, fica o dia todo fora, só chega muito tarde, quase não a vejo. Eu fico cuidando do meu irmão pequeno que chora de fome e eu dou água para ele imaginar que é sopa. Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo pois ela sempre volta com o corpo. Meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos, ceia de Natal, e eu indo ao colégio para virar médico um dia.

Isso é virtual, não é tia?


E se você acha que está exgerando no mundo virtual e deseja alguém para conversar, a psicóloga Fernanda Villas Boas está oferecendo um atendimento gratuito para aqueles que disserem ser indicados pelo site Tecnologia Outonal.

Abraços a todos e um ótimo fim-de-semana :)
Claudia Sardinha

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25th set 2009
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