20jan |
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Posted by Claudia Sardinha
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O 3º dia foi o mais intenso, pois foi o dia que emendei várias palestras seguidas.
Cheguei cedo e às 9:30h já assistia um debate sobre o cenário empresarial nacional, a partir de pontos de vista de novos talentos e nomes consagrados do empreendedorismo digital.

Os participantes eram Daniel Sollero (um dos criadores do moovee.me, rede social para reviews de filmes em até 140 caracteres), Jonny Ken Itaya (Diretor do Migre.me), Aleksandar Mandic (um dos primeiros a explorar comercialmente o serviço de provedor de acesso à Internet no Brasil, dono da Mandic S.A.), Pedro Mello (colunista da Exame.com) e Gustavo Scanferla (Fundador e CEO do Pligus, serviço web de co-working).
Eles frisaram muito que, se sua empresa não tiver diferencial não ganha dinheiro. Mas que não adianta viver só para trabalhar. É mensurar onde se põe a energia.
Também é preciso entender que o mercado mudou. A maior concorrência não é mais o seu concorrente direto, mas a atenção total do seu público (que está twittando, lendo email e com a cabeça em outros pensamentos diferente). É um tempo em que você disputa o tempo das pessoas. Segundo Mandic, O computador deixou de ser uma máquina de processamento de dados e virou uma maquina de comunicação e para ter sucesso com sua empresa é preciso ter sorte, talento e muito trabalho.
Depois, corri para a palestra sobre Confiabilidade das informações nas redes sociais, com André Forastieri, Ana Brambilla, Alexandre Matias e Gil Giardelli. A ideia era debater como separar o joio do trigo nas redes sociais. Como saber se o conteúdo é confiável? Como as relações sociais afetam a credibilidade da informação?

A questão é que somos viciados numa crença de confiança. A gente confia que estará vivo no dia seguinte, confia no governo, confia na economia… nada disso é 100% seguro.
Falou-se muito sobre jornalismo e jornalistas. Jornalismo colaborativo, inclui o leitor na conversa e o nome do veiculo é sempre mais importante que a mídia que ele esteja (online ou offline). As redes melhoraram, mas devemos lembrar que os integrantes são pessoas. Logo, deve-se fazer um filtro, apurar a informação, pesquisar, ter senso crítico, afinar o olhar. Na Internet não vem nada mastigado.
Eles terminaram levantando uma questão de como a Internet está se encaminhando. “Facebooks” da vida são como engordar frango. Um modelo estilo McDonald. Querem fazer da Internet um shopping center e temos que questionar isso.
De acordo com André Forastieri, é muito bonito falar em liberdade e democratização da Internet, como fez Al Gore na palestra do dia anterior, mas ele mesmo não liberou direito de imagem e, por isso, a palestra dele não foi transmitida. Isso é hipocrisia, falar de liberdade de Internet e não deixar pessoas de fora do evento assistirem ao conteúdo.
Para finalizar essa 1ª parte do dia, ainda assisti a oficina O céu no seu bolso, onde Youssif Ghantous Filho mostrou as melhores ferramentas de astronomia disponíveis para celulares.

Infelizmente só funciona em smartphones, ou seja, celulares que tenham sistema operacional Android ou da Mac, como iPhone.
Quem quiser instalar e testar, são aplicativos impressionantes!
Para androide:
google sky
skeye – vc aponta pro céu e ele reconhece a parte do céu que vc está vendo
ik pegasi – não tem recurso de movimentar no céu, mas tem recurso de zoom.
Para iphone:
stellarium, planets e stars
Mais informações, acesse http://www.campus-party.com.br
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20th jan 2011
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19jan |
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Posted by Claudia Sardinha
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A parte da tarde foi bem interessante, pois assisti a palestra sobre Direito e Internet com o advogado paulista Marcel Leonardi.
É claro que temos a liberdade para falar o que quiser na Internet, mas isso não significa que não existam consequências. O Marcel mostrou alguns artigos da constituição brasileira que mostram que cuidados você deve ter ao publicar conteúdo, moderar comentários e utilizar materiais de outras marcas.

Ele ressaltou a diferença entre as leis brasileiras e estrangeiras, principalmente a Americana. Isso porque nós usamos muitos sites de empresas sem representação no Brasil (exemplo WordPress). Quando você hospeda seu conteudo em ferrametas estrangeiras, você está sujeito a regras do país de origem dela.
Um bom exemplo é a questão anonimato e pseudônimo, que são coisas diferentes. Nos EUA anonimato é direito. No Brasil não.
Mais pra frente farei um posto totalmente voltado para esse tema, pois é muito importante estar inteirado de seus direitos e deveres e poder se prevenir de situações desagradáveis.
Na sequencia veio a palestra que eu mais esperava sobre redes socias na educação. A ideia era socializar o conhecimento e foi assim que os debatedores começaram, com uma dinâmica. Sairam do palco e se misturaram aos participantes para dividir experiências no assunto e saber o que eles buscavam por ali.

Seria, realmente, a melhor palestra do dia, se não fosse o apagão no Centro de Exposições Imigrantes. Ficamos praticamente 1 hora sem luz! (estranho um local desse porte não ter um gerador ou luzes de emergência)

Ficou um reboliço danado e as pessoas dispersaram, tentando ir embora do evento. Foi então que ficamos sabendo que ninguém podia entrar ou sair. Por conta das máquinas de raio-x de bolsas estarem desligadas (medida de segurança bacana, mas um pouco mal organizada), não havia como comprovar que as pessoas que queriam sair estaria com seus próprios equipamentos ou de outrem ![]()
Então, já que a confusão estava armada, nada melhor do que abordar os palestrantes e puxar conversa. E foi o que fiz. Ficamos sentado no chão junto ao palco conversando sobre o tema. E foi bem produtivo.
A premissa do debate era entender porque a dificuldade tanto das instituições como dos professor em não fazer parte das redes.
A explicação? Eles não são mais o principal provedor de informação para o aluno e essa realidade afeta as relações na sala de aula e o nosso sistema de ensino. Antigamente o professor era o detentor do conhecimento, a voz da razão. Não ousava-se questioná-lo. Hoje, praticamente, qualquer um pode expor seus conhecimentos e trocar com outros, formando todas essas redes que vemos por aí (blogs, orkut, twitter, facebook etc).
É uma relutância fadada ao fracasso, claro, mas que ainda (no Brasil) levará um tempo para efetiva mudança.
Você conhece escolas e professores mostrando seus trabalhos na Internet? Faça um comentário! Vamos mostrar a todos que eles existem e são bons exemplos de uso das redes na educação ![]()
Hoje tem mais um dia de Campus Party. Acompanhem o Tecnologia Outonal e meu twitter para ficar por dentro deste grande evento.
Até mais tarde
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19th jan 2011
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18jan |
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Posted by Claudia Sardinha
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Cheguei cedo hoje no evento e me deparei com uma fila enorme para entrar. E está assim o dia todo. Fila para sair/entrar de um pavilhão para o outro. Por quê? Por causa do detector de metais que se encontrar na divisão entre os pavilhões.
O que era para trazer mais segurança, tornou-se motivo de aborrecimento para muitos. Até porque está extremamente quente aqui dentro. O Centro de Exposições Imigrantes não possui ar-condicionado.
Exceto essas duas questões, o dia foi de intensa programação. Várias palestras acontecendo ao mesmo tempo e figuras ilustres circulando pelo salão.
Escolhi algumas para falar por aqui, pois queria demonstrar a diversidade do evento.
O astrônomo Youssif Ghantous Filho apresentou programas de computadores gratuitos (para Windows e Linux) que permitem aos meros mortais simular o céu e os fenômenos astronômicos, tornando muito mais fácil a observação do céu, sem precisar ter qualquer noção de astronomia.


Para quem gosta, seguem as dicas:
Stellarium
Google Sky (que tb funciona no google earth e é via web, logo a conexão tem que ser boa)
Cartes du ciel (simulador de céu para fazer cartas celestes para imprimir) – para ter todas as referencias qdo for observar o céu sem um computador por perto ![]()
Kstars – melhor prog para iniciantes em astronomia. É um programa linux que tb roda no windows.
Mais tarde teve a palestra mais esperada do dia: Momento Telefônica com Al Gore e Tim Berners-Lee (criador da Internet).

Eles enfatizaram o tempo todo que a Internet não deve ser controlada por governos ou grandes corporações. “É uma rede de pessoas!”, afirmou Al Gore. Ele ainda frisou: “Informação é poder. Governos livres não têm medo de informações. Me preocupo com governos autoritários”.

Assistindo a palestra no meio da multidão encontrava-se Marina Silva, que mais tarde também falou ao público em outro ponto do evento.
Por fim, Al Gore e Tim Berners-Lee ainda pediram que as pessoas defendessem a Internet, não só online, mas offline também.
Assim terminou a 1ª parte do meu 2º dia na Campus Party. Daqui a pouco tem mais ![]()
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18th jan 2011
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17jan |
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Posted by Claudia Sardinha
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Oficialmente o evento vai de 17 a 23 de janeiro. Extra-oficialmente, vai de 18 a 22, rs. O 1º dia é para cadastramento de quem vai acampar dentro do evento (isso mesmo, você não leu errado), participantes VIP e imprensa.
Foi muito tranquilo chegar ao local do evento, pois o próprio Centro de Exposições Imigrantes disponibiliza um micro-ônibus para buscar as pessoas na estação de metrô mais próxima.
Chegando lá, rapidamente achei o setor de credenciamento de imprensa. Foi super rápido. Mas os campuseiros não tiveram a mesma sorte.

Até a hora em que estive no evento (17h) a fila continuava gigante pelo lado de fora do Centro de Exposições.
Lá dentro estranhei muitos stands ainda não estarem montados, mas o bacana foi poder rodar pelo espaço todo vazio e ver as decorações com calma antes do lugar encher.




O que me fez estranhar o tamanho minúsculo da praça de alimentação.
Na boa, não cabem 100 pessoas ali dentro ![]()
No mais, curti mesmo foi o Super Piano. Tive o prazer de estar “na pele” do Tom Hanks em “Quero ser grande”. Alguém lembra desse sucesso da década de 80?
Bom, por hj foi isso. Amanhã realmente começa. Fiquem ligados no Tecnologia Outonal para saber o que acontece na Campus Party ![]()
Abração,
Claudia
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17th jan 2011
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26nov |
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Posted by Claudia Sardinha
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Enquanto o dia do InNet não chega, eu fui curtir o fim-de-semana anterior no Brasil Game Show, no Centro de Convenções Sulmérica, Rio de Janeiro.
Ao contrário dos anos anteriores, essa edição do evento (antigo Rio Game Show) foi muito legal.
Assim que você chegava no evento era recepcionado por modelos do tipo “não entendo nada de jogos, mas estou aqui para atrair os marmanjos”.
Tirando o fato de “esquecerem” que não existe só o público masculino, o evento começou bem, com aquela exposição costumeira com os videogames de todas as gerações.
Depois de passar pelo túnel do tempo, você encontrava os 2 maiores stands do evento: Sony e Seven.
Pensou que parava por aí? A Sony veio para arrasar. Além de uma áre só de God of War e televisores 3D, tinha também simmuladores de corrida. A direção parecia real mesmo.

Já a Seven veio mostrar tudo do que é capaz. Com seus cursos de designer gráfico e 3D, desenvolvimento web, produção de vídeo e agora criação de games, contou com demonstrações públicas de muito talento e palestras de profissionais renomados como Rodrigo Cardoso. O espaço ocupado pelo Grupo foi dividido em várias áreas, onde os visitantes puderam acompanhar a etapa final do campeonato nacional de Pump it Up (máquina de simulação de dança) e de Super Street Fighter IV, jogar em simuladores e se divertir no maior autorama do Brasil, com dois loopings de dois metros de altura cada.
No stand da Seven também tinha uma novidade – o Kinect, acessório do XBOX que não necessita de controle para jogar. O game obedece todos os seus movimentos. Foi desenvolvido por um brasileiro enquanto o projeto recebia o nome de Natal Project (Projeto Natal).
Andando um pouco mais adiante, na parte posterior do evento, encontrávamos os stands da Blizzard, Warner, NC Games, Konami, Boa Compra e outros repletos de jogos e lançamentos.
O evento contou com a presença de especialistas nacionais e internacionais como Hector Sanchez, um dos produtores de arte do sangrento Mortal Kombat e o cartunista Maurício de Sousa, que revelou, durante coletiva de imprensa no stand do Grupo Seven novidades em 3D para personagens da Turma do Penadinho.
Também estava lá Cristian Ribeiro, sócio do Boa Compra (loja de jogos online) juntamente com Eduardo Lins, que falaram sobre os desafios de negócios para jogos online e mostraram o futuro das compras web – o SMS.
Em outra palestra, Andréas Stock, consultor com passagens por empresas como Activision e Intel, discursou sobre velha economia versus nova economia. Sua palestra foi toda em inglês, sem tradução e os participantes tiveram que se virar para formular as perguntas.
Andreas comentou que no Brasil tem muito mais pessoas com computador em casa do que consoles de videogames, fazendo assim o mercado de jogos online ser mais promissor do que para videogames. E segundo pesquisa, acreditem, as pessoas no Brasil usam mais a Internet para jogar online do que para download de filmes e músicas. Será? rs
Todas as palestras que assisti, onde falavam sobre o mercado brasileiros de games, a aposta era uma só – a Internet.
E como nem tudo são negócios, teve muito espaço para curtir as novidades e brincar de ser o personagem favorito.

O Brasil Game Show é um evento que cresce a cada ano e, na próxima edição contará com 5 dias de evento. Para quem gosta de games é um prato cheio ![]()
Para quem é do Rio, amanhã é dia do InNet. Espero vocês lá.
Abraços,
Claudia Sardinha
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26th nov 2010
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12nov |
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Posted by Claudia Sardinha
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Sábado passado estive num evento sobre Star Wars.
Para quem não sabe é aquela saga cinematográfica do George Lucas que, nos últimos tempo, tem estado presente nos mais diversos itens tecnológicos devido a imensa quantidade de fãs, rs.
A Jedicon contou com muitos stands de venda de produtos relacionados, palestras, área de games e pessoas fantasiadas.
O ponto alto do evento foi um desfile da equipe do Império (pessoal do mal), com direito a Darth Vader e tudo, e a banda Stormtroopers, que tocou a trilha sonora dos filmes num show tecnicamente perfeito. Os caras realmente são bons.
A diversão seria muito similar a qualquer outro evento do gênero (como animes, games etc) se não fosse por 2 detalhes: uma apresentação teatral e uma área destinada a crianças.
Foram ideias que fugiam ao padrão de atração de eventos. Principalmente as oficinas para crianças. Isso porque os de Star Wars são pessoas mais velhas (gente, os filmes são antigo, lembram?) e, por consequencia disso, já possuem família.
Que criança vai ficar quietinha assistindo uma palestra “chata” e que “não se consegue entender nada”? rs – NENHUMA!
![]()
Enquanto os pais se divertiam, as crianças desenhavam, pintavam e criavam seu próprio sabre de luz.
Excelente iniciativa por parte da organização do evento.
Para quem perdeu a Jedicon, agora só ano que vem.
Mas o InNet vem aí! Dia 27 de novembro. Inscrições limitadas.
Um bom fim-de-semana.
Claudia Sardinha
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12th nov 2010
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27ago |
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Posted by Claudia Sardinha
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O 3º Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva terminou ontem. Estive lá, visitei a feira e participei de algumas palestras.
Tive oportunidade de conhecer mais sobre esse universo que parece tão distante, mas que, na verdade, está mais perto do que imaginamos.
Não acredita? Então vejamos alguns exemplos.
Já reparou que o mouse do computador não é feito para canhotos? E os celulares que estão cada vez em tamanho mais reduzido? Os idosos e os míopes agradecem!
Pois é, acessibilidade é a facilidade de acesso a algo ou algum lugar. Não ajuda somente pessoas com deficiência, mas também idoso, grávidas, pessoas acidentadas (membros quebrados), mães com carrinhos de bebês, pessoas com visão e/ou audição reduzida, pessoas com carrinhos de compra, obesos… enfim, todos nós já passamos ou conhecemos alguém que já passou por difilculdades de acessibilidade. Aliás, o próprio fato de, por exemplo, algumas inscrições para concurso serem somente pela Internet já faz com que pessoas que não dominem a ferramenta, não tenham acesso!
Mas voltemos ao evento, que foi organizado pelo Instituto Muito Especial.
O 1º dia foi somente para credenciamento e abertura do evento.
Você se inscrevia para Internet, mas mesmo assim ficava numa fila de 2,5h para (acreditem!) preencher novamente o que preencheu na Internet (a mão!) e receber um material informativo e um crachá, que nem todos conseguiram, pois acabou (aconteceu comigo). Depois tinha a abertura do evento e show com Diogo Nogueira, que começou enquanto muita gente (como eu) ainda estava fila. O mais interessante foi descobrir, no decorrer do evento, que qualquer um podia participar, mesmo não tendo se cadastrado. Conheci 2 pessoas nessa situação. ![]()
Como meu foco é a Informática, assisti apenas a palestras voltadas para o assunto.
A que mais gostei foi sobre Informática Acessível, com as palestrantes Sandra Aluísio da USP e a Andréia Pereira do Instituto Federal Sul-Rio-Grandense e seus 3 alunos fantásticos, criadores do Óculos-mouse.
Em próximos posts vou detalhar os projetos, que são bem bacana.
A feira também tinha bastante coisa interessante, a começar por essa mesa, do Espaço Dumont, que apareceu na novela Viver a Vida.

E o Jardim Sensorial, onde você vendava os olhos e era guiado por cegos para perceber, através de outros sentidos, as plantas que ali se encontravam. Um lindo espaço feito de Bambus e com corrimão como guia para andar pelo espaço.

A palestra sobre Tecnologia Assistiva na Educação Inclusiva com as palestrantes Myriam Pelosi e Carla Rangel falavam como elaborar uma educação inclusiva. Abordagem que sempre tento aplicar aqui no blog na instrução da informática.

No último dia, assisti a palestra da sobre Acessibilidade na Perspectiva do Desenho Universal, com a Thaís Frota (@acessibilidade) e José Lanchoti. Falarei com mais detalhes sobre esse tema interessante num próximo post.
A Thaís falou muito bem e foi bastante divertida, principalmente quando comentou que existem mais motéis acessíveis no Rio de Janeiro do que em São Paulo (que só tem 1), siginificando que aqui o pessoal se divertia mais, rs.
Infelizmente mais uma vez, por falha da organização do evento e do desrespeito do outro palestrante, não houve espaço para perguntas, devido ao abuso do tempo limite de palestra. Mas o conteúdo expresso por ambos foi excelente.
Espero que eventos deste tipo, onde podemos ter acesso a informações tão preciosas de forma acessível, aconteçam mais vezes.
Abraço a todos e bom fim-de-semana,
Claudia Sardinha
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27th ago 2010
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9ago |
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Posted by Claudia Sardinha
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Neste sábado, dia 07 de agosto, aconteceu mais uma edição do evento Luluzinha Camp, no Rio de Janeiro.
Aconteceu no Bistrô The Line, na Casa França Brasil e foi organizado pela Barbara (@babby), com apoio de Denise Rangel e Ana Claudia Bessa.
O espaço era aconchegante, com uma linda vista, central para todos (pois foi no Centro da Cidade), tinha wi-fi e petiscos bem gostosos.
Foi uma das melhores edições em que estive. Isso porque foi um Luluzinha sem muito frufru de mulherzinha (como maquiagem, esmaltes e beleza num geral).
Na boa, minha gente, nós mulheres somos mais do que isso, né?
Nesta edição o foco foi em sustentabilidade, um tema muito atual, importante e que gosto muito.
A primeira palestra (que achei uma das mais interessantes) foi a da Ivy Ramalho. Ela deu dicas de como fazer uma horta em casa, em apartamentos, aproveitar pequenos espaços e reciclar o lixo orgânico e transformá-lo em adubo.
Ela falou um pouco sobre sua experiência como paisagista e agrônoma, trabalhando com ervas medicinais e sabonetes que ela faz no proprio sítio. Aliás, eles foram um sucesso entre as Luluzinhas! Eu fiz questão de comprar um exemplar de cada, rs.
Ao final, Ivy ainda distribuiu mudas de alface roxo e crespo, tomate, coentro e bucha. Peguei a minha, claro, e vou seguir as dicas!
Depois foi a vez da Cherol Laís (@sweetcher) conversar conosco sobre Nutrição. Foi uma palestra “polêmica”, visto que muitas Luluzinhas presentes eram vegetarianas…rs. Mas, como mulheres civilizadas que somos, tudo acabou em boas risadas.
A Denise Rangel (@deniserangel) foi a 3ª a falar, dando dicas sobre a decoração sustentável, projeto que está colocando em prática em seu apê! Tirou aquela mística de que comprar em brechó é ruim e só tem velharia. Quem acessar o blog dela sobre o assunto, verá que ela fez boas aquisições. ![]()
Em paralelo, uma de nossas Luluzinhas vegetarianas (rs), a Marcela, colocava a mão na massa, digo, na maquiagem. Claro que não poderia deixar de ter um momento menininha no evento, né, gente? rs
Por último, mas não menos importante, Ana Cláudia Bessa (@anaclaudiabessa) falou sobre o projeto Futuro do Presente, onde ela levanta questões sobre consciência e maternidade, empreendedorismo feminino e materno. A palestra também foi excelente e mostra que aquela realidade de mulher / mãe do lar já não existe mais. Ela também faz um “apelo” para que os pais (principalmente as mães) troquem “dar presentes” por “estarem presentes” no desenvolvimento dos filhos.
Ah! Outras coisas bacanas que aconteceram também foram:
Um Bazar de Trocas, onde as Luluzinhas levavam suas makes, esmaltes, livros, sapatos, roupas, bijus para trocar umas com as outras. Foi bem legal. Eu mesma troquei 2 peças (um óculos escuros e um sapato) ![]()
E uma campanha do agasalho, onde pudemos desencalhar aquele agasalho que esteva no fundo do armário.
Sorteios, claro! Todas as Luluzinhas sairam premiadas, além de um kit superfofo que recebemos ![]()
Agora fica a expectativa para o próximo encontro. Já estou ansiosa.
Fica a dica de um evento descontraído e que vale a pena. Quem puder / quiser ir no próximo, vale a pena. Para mais informações, fique de olho no site do evento: http://www.luluzinhacamp.com/
Abraços e até a próxima ![]()
Claudia Sardinha
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9th ago 2010
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22jan |
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Posted by Claudia Sardinha
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Sábado passado participei do piloto de um evento que, com certeza, vai bombar por aí, o Café 22.
Reunidos num ambiente agradável e dispostos num mesão em formato U, estavam alguns blogueiros e twitteiros para testar o formato e aprovar (ou não) a idéia.

Precisa dizer que foi um sucesso?
Idealizado por Heloísa (@maffalda) e organizado pela mesma e mais 15 pessoas, incluindo Roney (@roneyb – o mais falante e quem cuidou das projeções), o evento foi inspirado num já conhecido de muitos da área, chamado TED.

O grupo original que deu forma e combinou tudo usando ferramentas como email e o google wave.
Os palestrantes compartilharam experiências, sonhos, e tudo o mais que viesse a cabeça! Foi interessantíssimo assistir a palestras como a do Cristiano (@cristianoweb) sobre síndrome de Asperger e as descobertas que ele faz diariamente para saber como lidar com seu filho. E também sobre a importância de um backup correto, por @dj_spark. A simplicidade também foi abordada pela idealizadora do evento, que afirmou não possuir televisão em casa!

Cinema, espiritualidade, saúde, literatura, tecnologia, etc. E ainda regados por um coffee break simpático para interação entre os participantes. Isso foi o piloto do Café 22.

Parabéns!
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22nd jan 2010
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1dez |
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Posted by Claudia Sardinha
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Neste fim-de-semana (sábado e domingo) que passou aconteceu, no Rio de Janeiro, o evento Rio Game Show (RGS). Acredito que maior parte do evento era funcionário ou aluno da Seven (rs) Seria para distrair os pais?? Todo espaço do evento Rodrigo Cardoso da Seven Paciência?! Seria o tédio? rs Hot Zone com palestras? Palestra Bruno Feijó Palestra Richard Cameron Palestra Renato Siqueira
Fui apenas no domingo, graças ao convite que ganhei do @LeoCabral, através de promoção feita pela Leadership no Twitter.
Lá chegando, percebi que, além de patrocinadora, a Seven (curso de computação gráfica) basicamente organizava e populava o ambiente, que estava cheio de alunos seus.

Confesso que espera muiiito mais desse evento. A parte que falava “A história dos videogames”, nada mais era que a reunião de alguns consoles antigos, sem ao menos dizer quais eram e a época de criação/existência.


Também havia uma demosntração de um “game” do X-Box chamado Game Massage.

E o mais incrível era uma das demonstradoras…rs. Ainda bem que só tinham alunos da Seven no evento, e não da Uniban…rs.

O evento todo podia ser visto em 5 minutos e não tinha nada realmente de tão interessante. Nem mesmo a demonstração do óculos 3D da NVidia.



Dentre os poucos stands existentes (nada que você não encontrasse no Avenida Central ou numa banca mais próxima), um me chamou atenção: o da Icon Games, do José Lucio. Ele cria e comercializa os próprios games. Criou o jogo “Detetive Carioca” que recebeu o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e será instalado nas escolas do ensino público e centros culturais.

Numa avaliação geral, o evento mais parecia um Hot Zone (área de fliperama do Barrashopping) com palestras ![]()

Aliás, só fiquei no evento o dia todo porque haviam 3 palestras que me interessavam.
A primeira que fui era do Bruno Feijo, professor associado do departamento de informática da PUC-RJ.
Bastante interessante, ele falou sobre a indústria de games no Brasil e mostrou vídeos interessantes.

Depois foi a vez da palestra mais esperada no dia, com Richard Cameron, presidente da NVidia no Brasil.
Ele falou de Power Games (jogos com DirectX 11, PhysX, SLI e 3D Vision), mostrou como tirar melhor proveito das placas de vídeo GeForce e como seria um computador ideal para games.

Além disso, deu altas dicas de programinhas para edição de vídeo e foto (como o MOvie Review, Loiloscope, vReveal e DVD upscaling). Todos podem ser encontrados na versão de demonstração no site deles www.nzone.com
Por fim, assiti a palestra de Renato Siqueira, editor da revista Nintendo World. Ele falou sobre o mercado editorial de games, mas não falou nada que me convencesse a comprar uma revista do gênero, ao invés de buscar na internet ![]()

Em todas as palestras o som falhava o tempo todo, cortando a fala dos palestrantes e não havia ninguém responsável para desligar as luzes qdo se fazia necessário.
Como evento de games, o RGS deixou muito a desejar. Tanto em termos de entretenimento quanto estrutura.
Mas é bom saber que existem empresas interessadas em investir.

E que venham eventos! ![]()
Abs,
Claudia Sardinha
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1st dez 2009
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Tags: Rio Game Show
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