1abr |
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Posted by Claudia Sardinha
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Category: Notícia
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Tem algum tempo que o facebook tem oferecido essa opção, que me deixou um pouco ressabiada.
Recentemente minhas suspeitas se confirmaram.
Muito cuidado com essa oferta de “usar o facebook como página” – você pode cometer o facebookcídio sem querer.

Essa opção é mais interessante para empresas, mas o facebook não explica isso. Aliás, com já disse anteriormente, o facebook é a rede social como menor preocupação com usabilidade que já conheci. Parece, realmente, que os criadores não se importam se as pessoas vão entender a dinâmica do site ou não.
Enfim, a questão é que, uma vez escolhida essa opção, não há volta. Você perde seu perfil e vira tudo uma página para curtir.
Com isso, vão embora:
- Somente fotos de perfil permacem. Os demais álbuns deixam de existir.
- Qualquer foto ou vídeo que você postou (fez upload) desaparece.
- Qualquer que você escreveu no mural e comentários feitos, desaparecem.
- Tudo que você já “curtiu” até o presente momento desaparece.
- Mensagens recebidas desaparecem.
- Qualquer aplicativo, incluindo joguinhos, se perde.
- O nome de usuário (por exemplo: facebook.com/cfsardinha) pode não ser aceito e, com isso, não ser transferido para sua página. Isso implica em não conseguir nunca mais seu nome de usuário, pois o facebook dirá que esse nome já está sendo usado por outra pessoa.
Moral da história, o resultado é uma Business Account (conta de negócios) e pode somente ser usada para criar e administrar páginas, e não, acessar contatos pessoais.
Então, pessoal, antes de aceitar ofertas de novidades no facebook, prestem bem atenção, pesquisem à respeito e pensem 2 vezes em mexer em algo que não se tem certeza do que se trata.
Bom fim-de-semana,
Claudia Sardinha
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1st abr 2011
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20ago |
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Posted by Claudia Sardinha
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Category: Evento
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Nome pomposo e complexo no entendimento. Afinal, do que se trata Tecnologia Assistiva?
No escopo da informática, são todos os artefatos que auxiliam, de alguma forma, as pessoas com algum tipo de necessidade, seja ela física, mental, ambiental, etc. As tecnologias assistivas podem ser tanto hardware (ex.: impressora Braille, linhas Braille, apontadores) como software (ex.: leitores de telas, ampliadores de telas, navegadores textuais, barras de acessibilidade com ajustes de tamanho de texto e contraste).


Segundo a legislação brasileira sobre acessibilidade, é condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Entretanto, acessibilidade diz respeito à facilidade de acesso, por qualquer pessoa, aos ambientes físicos, aos bens e serviços, às pessoas, à informação.
Na Internet também há essa preocupação. Afinal, qualquer pessoa usando qualquer tecnologia de navegação na Web deveria estar apta a visitar qualquer site, obter a informação que ele oferece e interagir com o site.
Mas nem sempre é assim. Alguns sites são confusos e desestimulam a navegação, pois não conseguimos encontrar a informação desejada. Por isso foi criada a W3C (abreviação, em inglês, para World Wide Web Consortium), que é um consórcio internacional que desenvolve padrões e recomendações para manutenção da Web, de modo a manter suas tecnologias compatíveis umas com as outras.
É a W3C que fornece uma série de ferramentas para testar e avaliar a codificação usada em páginas de Internet, com auxílio de ferramentas automáticas, uso de navegadores (browsers) e tecnologias assistivas em diferentes configurações de acesso.
Existem muitas pessoas empenhadas nesses estudos e na semana que vem, do dia 23 a 26 de agosto, teremos o 3º Congresso Muito Especial de Tecnologia Assistiva e Inclusão Social das pessoas com deficiência do Rio de Janeiro é uma realização do Instituto Muito Especial com o Ministério da Ciência e Tecnologia.
Será no Centro de Convenções Sulamérica – Av. Paulo de Frontin, 01 (esquina com a Av. Presidente Vargas – próximo a estação de metrô Estácio) – Cidade Nova, Rio de Janeiro – RJ.
Vale a pena conferir. O evento é gratuito e as vagas são limitadas.
Quem quiser, pode se inscrever no site http://www.congressoassistivario2010.org.br
Então fica a dica, tanto do evento quanto de se preocupar com o site que você for montar. Lembre-se que nem todos terão conexão de Internet rápida, monitores grandes para leituras de fontes muito pequenas ou compreensão da lógica de menus que você criou. Sejamos coerente na vida virtual e na vida real e lembrem-se sempre de pedir aos amigos para dar opinião. Quem está de fora sempre verá algo que você não viu ![]()
Abraço a todos e bom fim-de-semana,
Claudia Sardinha
Fonte: WARAU (Websites Atendendo a Requisitos de Acessibilidade e Usabilidade)
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20th ago 2010
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4set |
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Posted by Claudia Sardinha
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Category: Notícia
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Ontem participei de um teste de usabilidade muito interessante.
Mas, afinal, o que é usabilidade?
De acordo com a wikipedia, usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante.
A usabilidade está relacionada aos estudos de Ergonomia e de Interação Humano-computador. Tudo isso para tornar o acesso compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas.
O teste que participei era para analisar a compra de um mesmo livro tanto na livraria real quanto na livraria virtual. Para isso, deveríamos selecionar a mesma livraria para os 2 ambientes e calcular o tempo utilizado para finalizar a compra, identificando se foi fácil encontrar o livro já determinado e analisar os prós e contras das duas modalidades de compra.
Engana-se quem pensa que usabilidade refere-se apenas a sites na internet. Usabilidade é sinônimo de facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.
Sempre que houver uma interface, ou seja, um ponto de contato entre um ser humano e um objeto físico (ex: no caso desse teste, uma livraria) ou abstrato (ex: softwares), podemos observar a usabilidade que esse objeto oferece.
E como a usabilidade pode ajudar pessoas com necessidades especiais, terceira idade e problemas cognitivos?
A usabilidade é uma medida relativa. O mouse é fácil de usar, mas para quem? Uma trackball pode ser mais fácil de usar por quem tem deficiência motora ou sofre de LER. A interface ideal é aquela que está adaptada às necessidades de seus usuários. O usuário de terceira idade pode precisar de textos com letras maiores e o usuário com desvantagem cognitiva pode precisar de alguns textos de ajuda a mais. ou seja, a usabilidade vai depender do ponto de vista de quem usa
No Brasil, ainda se investe muito pouco no assunto, mas já há um movimento de mudança. Pessoas antes excluídas, agora exigem seus direitos de uso e isso tem trazido à tona os temas usabilidade e acessibilidade (que falaremos num outro momento).
Bom, voltando ao teste que participei, o grupo (esses testes são sempre em grupo) avaliou a compra da seguinte forma:
VANTAGENS
Compra online:
- Levamos de 7 a 10 minutos, incluindo o cadastramento, para fechar a compra.
- Conforto (não há necessidade do deslocamento).
- Você só compra aquilo que se propôs a comprar.
Compra real
- Leva-se o produto na hora. E caso não haja o produto naquela filial da loja, o produto é adquirido no máximo em 24hs.
- Pagamento mais seguro.
- Parece um passeio. Além de estar em contato com outros produtos, muitas livrarias hoje em dia já possuem um café interno para os clientes ficarem mais tempo e degustarem os produtos com calma.
-Produto pode ser testado. No caso deste teste, folheado.
DESVANTAGENS
Compra online:
- O produto só chega 2 / 3 dias após efetuado o pagamento (que pode ser boleto, cartão de crédito ou débito em conta).
- Pagamentos pela internet sempre são mal vistos por questões de segurança. Nem todo mundo tem coinciência de manter seus anti-vírus atualizados e ter firewall instalado.
- Se você precisa comprar o produto (nesse caso um livro), mas não o conhece, não há como folhear para ver se atende realmente às suas necessidades.
Compra real:
- Levamos de 15 a 20 minutos entre ser atendido por um vendedor, ficar na fila para pagar e levar o produto.
- Precisa se deslocar até o local de compra, arriscando-se na rua e podendo chegar ao local e não encontrar o objeto de desejo.
- Você pode ser induzido a gastar mais que o planejado.
Enfim, baseado nesse teste, tire suas conclusões. Faça suas listas de prós e contras e comente aqui. Sempre há algo a ser acrescentado. Aguardo sugestões
Abraço a todos,
Claudia Sardinha
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4th set 2009
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Tags: usabilidade, virtual
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